o mundo pára nos sinais crianças saltam e assaltam o ar sob escopetas de olhos e ódios carne humana vai ao chão dor presa entre os calcanhares explodem malabares balas valas ralas milhões de câmeras em todos os lugares a vida e a morte malabares.
A fotografia que não ficou na imagem será para sempre refeita e infinita o sorriso que ela guardará estará além dos olhos que a cercaram no átimo de nossas vidas apenas perdurará feito música de uma orquestra de plumas e beijos.
Nasceu em Fortaleza – Ceará.
Participou ativamente dos movimentos artísticos, com seu teatro mambembe e circense pelo Nordeste, e muitas vezes foi perseguido pela censura imposta ao teatro brasileiro.
Criou e dirigiu o "Movimento Aberto" no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, nos idos de 1977. Ao lado de Sidney Müller, Sérgio Ricardo, César Costa Filho, Joanna, Sandra de Sá, Sarah Benchimol,Solange Boeke, Lecy Brandão, Tarcísio Rocha, Paulo Gomes e outros talentos que surgiam.A partir daí passou a atuar profissionalmente como diretor de teatro e compositor.
Estudou Música e Letras, foi Secretário de Turísmo e depois de Cultura de sua cidade, gravou mais de cem músicas com parceiros cearenses e do centro-sul,destacando-se as gravações nas vozes de Joanna , Emílio Santiago, Nilson Chaves, Chico César, Flávio Venturini, Fhernanda, Edimar Rocha, Celso Viafora, Vital Lima, Jean Garfunkel, Gereba, Pingo de Fortaleza, Acauã e outros.
Publicou três livros de poesia: “A Partilha do vôo e do vento”; “Poemas Andejos” e “A Desplanura e o Leme”.
Atualmente o poeta divide-se entre o Rio de Janeiro, São Paulo e o Ceará, trabalhando com literatura, música e teatro.