Sábado Maionese
pingos da chuva caem
sobre as flores metais da manhã cinzenta
ando manco pela casa cochilando
nos intervalos molhados pela distância
tento escorregar pela alegria que me cerca
imagino-me caindo
pelas cachoeiras das mãos generosas que me abraçam
é um dia para morrer com os olhos abertos
sem ter medo de nenhuma solidão


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